Comparativo de custo: Make vs n8n na nuvem vs n8n auto-hospedado
O que está sendo comparado na prática?
Antes de sair avaliando custos, vamos esclarecer o cenário deste duelo: estamos considerando dois patamares comuns na Comunidade Sem Codar:
- 1.000 workflows ativos
- 10.000 operações diárias (fluxo pesado todo dia)
Aqui não tem pegadinha. Não é estimativa aleatória — é o tipo de operação que empresas médias enfrentam. O objetivo é ajudar a decidir onde investir seu dinheiro (e energia mental) sem dores de cabeça depois.
“Escolher plataforma sem olhar o custo total é como comprar carro só porque é bonito: vira susto na primeira manutenção.”
Os desafinados do ringue: Make, n8n na nuvem e n8n auto-hospedado
Para esse comparativo de custo Make n8n, os concorrentes entraram de armadura:
- Make (antigo Integromat): plataforma SaaS famosa, que cobra por operação, com interface amigável — mas com pegadinhas do bem e do mal.
- n8n Cloud: versão na nuvem mantida pela equipe n8n, tudo pronto para rodar (e, claro, com preço de solução premium).
- n8n auto-hospedado: opção open source parruda para quem curte fuçar e quer potencialmente economizar — leia-se: você vira o suporte técnico.
Comparativo de preço: sem mimimi, quanto custa cada um?
Vamos ao que interessa: contas reais, valores em reais (quando possível) e observações que impactam a decisão. Tabela prática:
| Plataforma | Plano analisado | Limite relevante | Preço mensal (aprox.) | Observações |
|---|---|---|---|---|
| Make | Pro | 40.000 operações/mês | US$ 29 (~R$ 150) | Operação = cada execução de módulo. Ultrapassou, pagou extra. Workflow ilimitado. |
| n8n Cloud | Pro | 20 workflows ativos; 100.000 execuções/mês | US$ 50 (~R$ 260) | Cobra por workflow ativo e execuções. Escalabilidade limitada em planos básicos. |
| n8n auto-hospedado | Infra própria | Ilimitado (na teoria) | De R$ 60 a R$ 150+ (cloud VPS padrão) | Gasto real depende do servidor, manutenção, automações rodando e tempo para configurar/gerenciar. |
Agora, traduzindo para o seu cenário de 1.000 workflows ou 10.000 operações diárias (cerca de 300 mil/mês)
- Make: vai sair do plano Pro bem rápido. Provavelmente vai precisar do Team (US$ 99/mês, ~R$ 520), mas, para 1.000 workflows, só no Enterprise sob consulta. Prepare-se para negociar!
- n8n Cloud: os planos viram gargalo: para 1.000 workflows, só contratando Enterprise (bem acima de US$ 1.200/mês). Para 10k execuções diárias, até dá para customizar, mas o custo vai disparar.
- n8n auto-hospedado: a limitação vira infraestrutura. Bancar um VPS parrudo na AWS, Linode ou DigitalOcean (+ manutenção), deve custar, no mínimo, R$ 200-400/mês para rodar com estabilidade. Melhor opção só no amor ou com risco de downtime.
Por que isso importa agora?
As automações não são mais firulas de startup: viraram oxigênio para quem quer sobreviver no “mercado das tarefas repetitivas”. Na Comunidade Sem Codar, a gente vê gente investir horas para escalar — até perceber que custo por operação pode engolir metade do ROI.
Se você erra na plataforma, paga (caro) na evolução lá na frente. Não é questão de “ser barato” hoje, mas de crescer sem o orçamento explodir todo mês.
Vantagens e desvantagens de cada escolha
-
Make
- Prós: Interface amigável, integrações prontas, suporte rápido, zero dor de cabeça com servidor.
- Contras: Preço escala rápido, cada operação conta, planos travam se o fluxo crescer demais.
-
n8n Cloud
- Prós: Open source “nutella” — tudo pronto na nuvem, estabilidade, updates automáticos.
- Contras: Para muitos workflows, só enterprise salva (e aí o preço já não compensa pra galera raiz).
-
n8n auto-hospedado
- Prós: Liberdade total, escalabilidade quase infinita (se tiver braço), custo controlado em operações grandes.
- Contras: Você é o suporte. Tem que saber configurar backup, monitorar, e perder uma noite de sono às vezes.
“Automação boa é aquela que cresce junto sem lascar seu orçamento. O resto é promessa de landing page.”
Cenários de uso: Para quem cada um faz sentido?
- Empresas pequenas ou times com pouca automação: Make brilha, pelo suporte e zero limitação no começo.
- Squads Tech que querem controle e liberdade: n8n auto-hospedado, com dev mirando otimização e uptime.
- Empresas médias querendo escalar, mas com grana pra investir: n8n Cloud pode ser prático — mas precisa estar pronto para pular pro Enterprise.
O que ninguém te contou desse comparativo de custo Make n8n
- O “ilimitado” de auto-hospedado vira lenda urbana se não investir em infraestrutura confiável.
- Horas de suporte técnico valem dinheiro. Botar o dev para apagar incêndio no servidor pode sair mais caro que pagar SaaS pronto.
- No Make, módulos ineficientes podem multiplicar operações. Otimize os flows se quer controlar o bolso.
- n8n Cloud pode limitar funções (webhooks, triggers constantes) nos planos básicos. Leia as letras miúdas antes.
Dica extra da Comunidade Sem Codar
Na dúvida, calcule o custo anual considerando escala. E nunca esqueça de incluir a paz mental no orçamento. Se precisar fazer hack ou gambiarra para manter workflow rodando, talvez seja hora de rever a escolha.
E, dentro da Comunidade Sem Codar, a galera compartilha benchmarks reais, fluxos otimizados e scripts para auto-monitorar o n8n. Se está perdido ou quer trocar ideia com quem já viveu esse dilema, aproveite os cursos práticos para dominar as três opções sem depender de tutoriais gringos:
https://comunidade.semcodar.com.br/aulas
Links úteis
Resumo prático: escolha com consciência (e sem medo de mudar)
- Quer agilidade, menos manutenção e suporte garantido? Vai de Make ou n8n Cloud.
- Quer liberdade, personalização e baixar o custo absoluto por operação? Arrisque-se no n8n auto-hospedado… mas saiba o preço das noites em claro.
- Precisa de algo robusto e escalável, mas sem know-how técnico? Prepare-se para pagar pelo conforto da nuvem.
“No fim, automação é sobre tempo, dinheiro e sanidade. Qual desses você tá disposto a perder?”
Conclusão
Ninguém disse que automatizar seria barato, mas também não precisa ser uma caixinha de surpresas. Faça o comparativo de custo Make n8n levando em conta volume, suporte, manutenção e, claro, aquele imprevisto que adora aparecer. Calculadora na mão, olhos abertos e, se quiser trocar ideia com quem vive isso todo dia, a Comunidade Sem Codar é sua base.
E aí, vai continuar jogando workflow no escuro ou vai entrar pro bonde dos que automatizam com estratégia? Dá o próximo passo e explore nossos cursos e debates:
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Renato Asse é fundador da Comunidade Sem Codar, a maior escola No Code e Inteligência Artificial da América Latina, com mais de 25 mil alunos formados.
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